BISSAU, Guiné-Bissau — O Presidente da Guiné-Bissau, Umaro Sissoco Embaló, afirmou esta sexta-feira que o país não irá tolerar desordens nem manifestações que, na sua perspetiva, visem criar instabilidade. Durante uma intervenção na Universidade Amílcar Cabral (UAC), o chefe de Estado referiu que a realidade guineense é diferente da de Moçambique e apelou à vigilância contra ações que considerou prejudiciais à estabilidade nacional.
O Presidente Umaro Sissoco Embaló declarou que a Guiné-Bissau não permitirá desordens públicas e afirmou que o país tem uma realidade distinta da de Moçambique, apelando à vigilância dos estudantes e criticando iniciativas da oposição.
Segundo as informações avançadas no texto fornecido, Umaro Sissoco Embaló defendeu a sua linha política durante um encontro com estudantes e docentes da Universidade Amílcar Cabral, em Bissau.
Na ocasião, o Presidente afirmou que a Guiné-Bissau possui uma realidade diferente da de Moçambique e advertiu que não aceitará situações de desordem, incluindo passeatas que, segundo a sua interpretação, tenham como objetivo provocar instabilidade.
O Presidente afirmou que a Guiné-Bissau não tolerará desordens e que a realidade do país é diferente da vivida em Moçambique.
Segundo o texto fornecido, Embaló apelou ainda aos estudantes para permanecerem atentos a políticos que, na sua opinião, procuram criar instabilidade no país.
De acordo com as informações disponibilizadas, Umaro Sissoco Embaló afirmou que alguns setores políticos estariam a tentar reproduzir na Guiné-Bissau acontecimentos semelhantes aos registados em Moçambique.
O Presidente referiu que o opositor moçambicano Venâncio Mondlane tem convocado manifestações de contestação aos resultados eleitorais anunciados pela Comissão Nacional Eleitoral, utilizando esse contexto para defender que situações semelhantes não devem ocorrer na Guiné-Bissau.
"Estão a tentar copiar o que acontece em Moçambique, um país que passou vários anos de guerra civil, mas digo a essa gente que a realidade é diferente aqui."
— Umaro Sissoco Embaló, Presidente da Guiné-Bissau
Segundo o Presidente guineense, algumas iniciativas políticas procuram reproduzir acontecimentos semelhantes aos registados em Moçambique. O chefe de Estado defendeu que os cidadãos moçambicanos não devem voltar a seguir esse caminho e considerou que a realidade política da Guiné-Bissau é distinta.
Segundo as informações fornecidas, as declarações foram feitas durante uma cerimónia na Universidade Amílcar Cabral, onde o anfiteatro da instituição passou a ostentar o nome de "General Umaro Sissoco Embaló".
O Presidente também fez referência à tentativa da coligação Plataforma Aliança Inclusiva (PAI–Terra Ranka) de organizar uma passeata em Bissau, anteriormente dispersada pela polícia, segundo o texto disponibilizado.
As declarações de Umaro Sissoco Embaló reforçam a posição do Presidente guineense sobre a manutenção da ordem pública e a estabilidade política. Segundo as informações fornecidas, o chefe de Estado defende que a Guiné-Bissau deve seguir um percurso próprio e rejeita a repetição de cenários de contestação semelhantes aos observados em Moçambique.
Top24 Horas News – A informação que move Moçambique, 24 horas por dia.
|